RAGAZZA COLPITO DA COLPO ACCIDENTALE
Storia di registrazione da scriba Valdemir Mota de Menezes
Ci sono più informazioni su chi aveva fatto la sparatoria che ha ucciso sua figlia Taina. Sui fatti, 18 aprile 2012, sua figlia era sulla porta di casa quando è caduta e ha iniziato a sanguinare, e sua sorella minore, chiamato Tamirez entrato in casa e ha chiamato il dichiarante. Il dichiarante di uscire di casa, vide sua figlia sdraiata sul marciapiede, era cosciente, ma non riusciva a parlare. Angoscia chiesto velocemente e ambulanza l'hanno portata al pronto soccorso del Parco delle Bandiere, ma Taina morirono appena ricevuto. Che cosa si sa è quello che ha sentito attraverso le voci in strada, sarebbe stato una rapina davanti alla pizzeria all'angolo della Avenida Ulisse Guimaraes, poco dopo un uomo arriva in moto e il conducente sceso dalla moto e ha preso tre colpi verso due banditi fuggiti passando davanti alla casa del dichiarante. Ritiene che il colpo che ha ucciso sua figlia Taina è stato dato da questo uomo armato che ha cercato di colpire i criminali e colpire il collo di Taina.
An analysis of the motives and methods employed by mankind to kill each other. A Christian view on this is considered one of the worst crimes. MURDER (By scribe Valdemir Mota de Menezes)
sexta-feira, 19 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
MATA A MÃE, XINGA A IMPRENSA E FALA DO DIABO
MATA A MÃE, XINGA A IMPRENSA E FALA DO DIABO
Este video retrata como Diabo tem agido em nossa sociedade. As pessoas, principalmente jovens que viram este vídeo do rapaz que matou a mãe e xinga a imprensa. Em vez de se comoverem com tal cruedade fizeram várias imitações deste vídeo. Tudo achando engraçado. Mas quem mais achou engraçado de tudo isso foi o Diabo, que está por trás das drogas, dos homicídios e das brincadeiras de mal gosto. A raiz da palavra "drogas" e "feitiçaria" estão intimamente ligadas no texto bíblico do Novo Testamento. Antigamente as pessoas se drogavam para receber espíritos. Hoje, sem saber a juventude está fazendo o mesmo. (Por Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)
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Este video retrata como Diabo tem agido em nossa sociedade. As pessoas, principalmente jovens que viram este vídeo do rapaz que matou a mãe e xinga a imprensa. Em vez de se comoverem com tal cruedade fizeram várias imitações deste vídeo. Tudo achando engraçado. Mas quem mais achou engraçado de tudo isso foi o Diabo, que está por trás das drogas, dos homicídios e das brincadeiras de mal gosto. A raiz da palavra "drogas" e "feitiçaria" estão intimamente ligadas no texto bíblico do Novo Testamento. Antigamente as pessoas se drogavam para receber espíritos. Hoje, sem saber a juventude está fazendo o mesmo. (Por Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)
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sexta-feira, 12 de julho de 2013
MASACRE DE LA ESCUELA EN RIO DE JANEIRO
Satanás y sus demonios siguen operando en medio de la humanidad, y escenas de violencia como este cada vez más común. Lo que llamamos esquizofrenia, Jesús llamó a la semilla del mal cizaña sembrada en medio de la humanidad. El hecho de que una persona tiene trastorno psicótico no lo exime de responsabilidad a los juicios de Dios. Este Wellington le pidió que oren para que Dios lo perdone. Sin embargo, era consciente de que matar a niños inocentes no era una cosa segura. Pero la voluntad de matar habló más fuerte en su corazón. Wellington seguía pensando en Dios como el Testamento Carta se fue, sin embargo, no buscan a Dios con todo corazón SU superar el mal que se está generando en su corazón, hacerlo más emocionante para la locura. No orar y nadie debería orar por él que era cobarde, débil y apenas consciente de que iba a la práctica. Vamos a orar así, para las familias que perdieron a sus hijos de una manera trágica. El pariente de Wellington tampoco tiene la culpa de la locura del asesino. En la Biblia, que describe el concepto de que cada uno cargue su pecado. El hombre justo no va a pagar por su hijo injusto. ( teólogo y historiador Valdemir Mota de Menezes)
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
CESSARE BATTISTI
CESSARE BATTISTI
Cesare Battisti, o terrorista acertou ao escolher um país governado por marginal como ele.
Os Governos de esquerda com tendências marxistas devem ser repudiados pelos cristãos. Não podemos dar forças aos inimigos de nossas almas. Apesar de não me envolver em política e ser radicalmente contra a igreja ficar negociando apoio político para este ou aquele candidato. O Partido dos Trabalhadores, Lula, Dilma Rousseff e a corja dos seus aliados sempre apóiam grupos revolucionários e terroristas de esquerda. Cessare Battisti como assassino e terrorista italiano veio para o paraíso dos criminosos, o Brasil.Os brasileiros também tem inclinação para a bandidagem, porque votaram em Dilma Rousseff, uma bandida, ladrona, assaltante, terrorista. Por isso as Leis aqui são sempre brandas em termos de punição aos criminosos. (Comentário do Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)
terça-feira, 14 de agosto de 2012
CHARRED CORPSE IN RITUALS PLACE OF BLACK MAGIC
14/08/2012
In this video, the police Valdemir Mota de Menezes, in the company of other police officers and authority go to a forest, where they find the charred corpse. Once you reach the site of events, the Scribe Valdemir realizes that the body was taken to the site already dead, and in a suitcase. We can see the metal frame of the suitcase that not melted, and part of the leather cover of the case. So far, no one knew the sex of the corpse, but the Scribe, approaches, and shooting the genitals, and sees that it is a woman. The position of the body also indicates that the body has come packed in the suitcase. The meeting place of the corpse is on the banks of a track that connects the neighborhood with the city center of San Vicente / SP / Brazil. The site has various objects used in rituals of black magic, yet the police working with the hypothesis that there was no religious motivation for the crime, only the location was chosen because it is easily accessible and away from any witnesses. (My comment: Valdemir, the Scribe)
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
PROFESSOR ASSASSINADO POR ALUNO
Como professor da rede pública municipal sei como os alunos que desrespeita-me em sala de aula, causando-me vexame diante da classe, estão cada vez mais propensos a fazerem barbárie como fizeram com o professor Kássio Vinicius. (Professor Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)
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(Eu acuso !)
(Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes)
« Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice. (Émile Zola)
Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. (...) (Émile Zola)
Foi
uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito.
Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a
escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos
morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente.
(Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que...
estudar!).
A
coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes.
Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O
ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.
O
professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu
futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de
sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos
ambientes escolares.
Há
uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do
desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à
autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência
supostamente democrática.
No
início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era
proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A
coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis,
pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova
não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos
avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”.
Afinal de contas, ele está pagando...
E
como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica,
travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em
vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar
‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser
‘crítico’.”
Claro
que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas
carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida
do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica
doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...
Estamos
criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é
composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções
e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados
de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.
Um
desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com
dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor.
Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.
Ao
assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que
a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa,
o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei.
Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se
iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A
acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de
justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU
ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:
EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;
EU
ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos
oprimidos”e justificam a violência por parte daqueles que se sentem
vítimas;
EU
ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente
correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico
escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar
e cometer crimes em outras escolas;
EU
ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado,
muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem
tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil
dos alunos”;
EU
ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de
estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a
proliferação de cursos superiores completamente sem condições,
freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;
EU
ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e
títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo
e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;
EU
ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos
exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não
sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito
mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;
EU
ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as
quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH
e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo
cresceu “tantos por cento”;
EU
ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação
do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o
mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos
chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou
advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus
futuros clientes-cobaia;
EU
ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova
cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da
“vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito
ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;
EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,
EU
ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos
de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de
piadinhas, sorrisos e notas fáceis;
EU
ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas
gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que,
vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.
EU
VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os
professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os
professores sejam “promoters” de seus cursos;
EU
ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas
de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto
aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos
incidentes maiores;
Uma
multidão de filhos tiranos que se tornam alunos -clientes, serão
despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente
despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto
pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.
Ensimesmados
em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram
cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com
aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.
A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se
eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a
culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto,
roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma
eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia
e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com
muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora,
fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.”
Qualquer
um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar,
dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no
peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de
repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e
invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas
escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos
conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de
verdade.
Igor Pantuzza Wildmann
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
FOUND OF THE CORPSE
Police testifying to the Scribe Valdemir Mota de Menezes
the day of the incident was prompted by the Military Police Operations Center to move to Acarau Road where the site was a witness who had found the corpse. As the site was inaccessible, it was necessary to call the fire department rope to descend into the woods where was the corpse. The corpse was hoisted up to the bridge where he also attended the Institute of Criminology expert who made the first observations on the corpse and the crime scene. The body was then taken to the IML and the case presented in this police station. On-site attended several relatives of the deceased, probably alerted by local residents. The meeting place of the corpse was lonely and with few dwellings, being a rural area, this difficult call witnesses. The corpse had wounds on the face, apparently punching a firearm. The neighbors said that they never saw the victim in suspicious attitude or involvement with crime, or even if he had enemies.
the day of the incident was prompted by the Military Police Operations Center to move to Acarau Road where the site was a witness who had found the corpse. As the site was inaccessible, it was necessary to call the fire department rope to descend into the woods where was the corpse. The corpse was hoisted up to the bridge where he also attended the Institute of Criminology expert who made the first observations on the corpse and the crime scene. The body was then taken to the IML and the case presented in this police station. On-site attended several relatives of the deceased, probably alerted by local residents. The meeting place of the corpse was lonely and with few dwellings, being a rural area, this difficult call witnesses. The corpse had wounds on the face, apparently punching a firearm. The neighbors said that they never saw the victim in suspicious attitude or involvement with crime, or even if he had enemies.
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